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Kit de electrospinning

Sistema modular com dosagem, alta tensão, coleta rotativa e acondicionamento.

Conjunto para pesquisa e desenvolvimento de fibras por eletrofiação de soluções poliméricas. Reúne bomba de seringas preparada para operação em sistemas de alta tensão, coletor rotativo, fonte de alta tensão e estufa de acondicionamento, conforme a configuração ilustrada. A integração e as condições de operação são definidas conforme a aplicação.

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Kit de electrospinning HSENSORHSENSOR / Deposição e revestimentos
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Características do equipamento

Ficha técnica

Bomba de seringas
6 seringas; volumes de 3, 5, 10 e 20 mL; vazão de 0,01 a 19 mL/h
Coletor rotativo
Cilindro de cobre; rotação até 1200 rpm; deslocamento horizontal motorizado
Fonte de alta tensão
0 a 25 kV; ajuste de 0,1 kV; alimentação 220 V
Estufa de acondicionamento
Câmara para acondicionamento do processo; configuração ambiental sob consulta
Fornecimento
Os quatro componentes compõem o kit; configuração e proposta técnica sob consulta

Informações do catálogo fornecido pela HSENSOR. Confirme a configuração e as especificações da versão desejada ao solicitar orçamento.

Fundamentos do processo · Electrospinning

Eletrofiação de
soluções poliméricas.

Dosagem da solução, formação do jato eletro-hidrodinâmico e deposição de fibras sobre um coletor.

Simulação esquemática do processo de eletrofiação. Não representa filmagem de um ensaio, interface de software, dados medidos ou previsão do desempenho do equipamento.
01

Alimentação e cone de Taylor

A bomba dosa a solução até a agulha. Sob um campo elétrico adequado, a gota se deforma e pode formar o cone de Taylor, do qual emerge o jato carregado.

02

Estiramento e solidificação

O jato sofre alongamento e instabilidades de flexão. Na eletrofiação por solução, a evaporação do solvente contribui para a formação e solidificação das fibras.

03

Deposição e coleta

As fibras são depositadas no coletor. Sua rotação e o deslocamento relativo influenciam a distribuição da deposição e, conforme as condições do processo, a orientação das fibras.

A morfologia das fibras depende da formulação, viscosidade e condutividade da solução, vazão, diferença de potencial, distância entre agulha e coletor e condições de temperatura e umidade. Os parâmetros devem ser definidos experimentalmente para cada sistema polímero–solvente.

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Referência técnica: Tripatanasuwan et al., Polymer (2007).

Composição do kit

Quatro módulos. Um sistema de eletrofiação.

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